Oi Pessoal!
Vejam a matéria do caderno Equilíbrio da Folha de hoje sobre felicidade.
O que vocês acham da matéria?!
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
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Este blog foi criado para os participantes (e simpatizantes!) do programa Excelência Emocional da Ápice Desenvolvimento Humano, com o objetivo de informar, entreter, transmitir conhecimento e levar um pouco mais de paz e prazer ao dia dia de cada um! Plínio de Souza e equipe
É sempre bom ter pessoas que nos lembrem de olhar para o lado positivo das coisas, afinal a energia vai para onde o foco está não é? Se vivemos atentos as mazelas, as nossas fragilidades, ao lado sombra do outros, é muito provável que isso nos impeça de ver também aspectos bons da situação. Considerar isso é importante.
ResponderExcluirMas o quanto apenas "pensar" positivo é suficiente? Será que não pode haver crenças, valores, padrões familiares que nos levam a "sentir" de maneira diferente e afeta nosso comportamento de forma indireta?
Acredito que não apenas o pensamento, mas todo o nosso ser tem que ser congruente com aquilo que desejamos.
That's all folks!
Qual a opinião de vocês?!
Recebi essa semana um texto que sintetiza bem ese assunto, até mesmo com comparações, aproveitem a mensagem, bem como o artigo em si.
ResponderExcluirA sabedoria do desapego
Vários autores, como Jack Welch ou Ricardo Semler, já comentaram sobre a importância de ter coragem de revolucionar, de virar a própria mesa, de despir-se das verdades até então assumidas para poder sair de uma crise ou de um problema. Na essência, esses textos tratam de conseguir enxergar o cenário, jogar o velho armamento fora, desafiar-se a esquecer as antigas práticas e começar do zero.
Desapego é libertar-se de uma rota antiga, porque as condições mudaram, porque novo caminho foi criado, melhor ou mais rápido. Porque novas tecnologias mudaram o modo de locomoção. Quando todas as condições mudaram, continuar seguindo um velho mapa só pode levar ao fracasso.
Imaginem uma empresa que, por ter um parque instalado de máquinas de escrever, tivesse se mantido firme na decisão de não aderir aos computadores, simplesmente porque o investimento já havia sido feito e a empresa cresceu e prosperou com esse modo de processamento? Essa pergunta nos dias de hoje obviamente é ridícula, mas quantas empresas não perderam a trajetória da história por decisões tomadas sem o desapego necessário?
Parece óbvio quando observamos condições alheias ao nosso envolvimento, entretanto, desapegar-se dos acertos anteriores e começar tudo novamente é muito mais difícil do que parece. Quanto maior o acerto vivido, maior a dificuldade de mudar.
Quantas vezes não vimos ou mesmo vivemos disputas ferozes que nos conduziram a falsas vitórias, porque jogamos o jogo errado. Esquecemos o objetivo - atender as necessidades do cliente ou dos funcionários ou dos acionistas – e iniciamos, mesmo que inconscientemente, uma batalha pelo apego às ideias que realmente um dia foram valiosas?
O que nos distancia da verdade, não são as mentiras, mas as nossas convicções.
Quantas vezes acreditamos ser mais fácil fazer ajustes e adaptações aos processos atuais, reclamar da falta de entendimento do outro, dar respostas simples e rápidas aos grandes problemas ao invés de identificar realmente o quadro todo e perseguir objetivos reais, significativos e vitais? Quantas vezes fomos cruéis em criticar o novo ou o diferente e corremos na defesa de paradigmas conhecidos ao invés de parar para verificar a viabilidade de um novo ângulo de visão?
Cuidado! O sucesso passado costuma ser o maior inimigo do sucesso futuro.
Há um texto sobre a Sabedoria do Desapego, onde Krishna comenta que tanto é bom agir como é bom abster-se, porque aquele que nada deseja e nada recusa, inatingido pelos opostos, não é afetado nem por esperança nem por medo e assim chega à meta. Sábio é aquele que pela força da verdade renuncia a si mesmo, fica a serviço de todos e realiza todas as ações sem ser escravizado por nenhuma delas.
Somente somos capazes de grandes feitos quando, iluminados pela determinação, superamos nosso ego e conseguimos distinguir o momento de sacrificar conceitos do momento em que vale manter o modelo anterior porque ainda é mesmo melhor.
Não é a espécie mais forte que sobrevive, nem a mais inteligente, mas aquela que melhor corresponde às mudanças. (Charles Darwin)
Sandra Boteguim é Diretora Gerente Sênior da área de Produtos Pessoa Jurídica do Banco Itaú, área que também é responsável pelos especialistas e consultores dedicados ao Projeto Extreme Makeover Tecnológico e Financeiro 4.
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Ana Cristina Dib é formada em jornalismo e tem pós-graduação em economia. Escreve para o site e para a revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios
Um grande abraço a todos,
Cristina cara.
Recebi essa semana um texto que sintetiza bem ese assunto, até mesmo com comparações, aproveitem a mensagem, bem como o artigo em si.
ResponderExcluirA sabedoria do desapego
Vários autores, como Jack Welch ou Ricardo Semler, já comentaram sobre a importância de ter coragem de revolucionar, de virar a própria mesa, de despir-se das verdades até então assumidas para poder sair de uma crise ou de um problema. Na essência, esses textos tratam de conseguir enxergar o cenário, jogar o velho armamento fora, desafiar-se a esquecer as antigas práticas e começar do zero.
Desapego é libertar-se de uma rota antiga, porque as condições mudaram, porque novo caminho foi criado, melhor ou mais rápido. Porque novas tecnologias mudaram o modo de locomoção. Quando todas as condições mudaram, continuar seguindo um velho mapa só pode levar ao fracasso.
Imaginem uma empresa que, por ter um parque instalado de máquinas de escrever, tivesse se mantido firme na decisão de não aderir aos computadores, simplesmente porque o investimento já havia sido feito e a empresa cresceu e prosperou com esse modo de processamento? Essa pergunta nos dias de hoje obviamente é ridícula, mas quantas empresas não perderam a trajetória da história por decisões tomadas sem o desapego necessário?
Parece óbvio quando observamos condições alheias ao nosso envolvimento, entretanto, desapegar-se dos acertos anteriores e começar tudo novamente é muito mais difícil do que parece. Quanto maior o acerto vivido, maior a dificuldade de mudar.
Quantas vezes não vimos ou mesmo vivemos disputas ferozes que nos conduziram a falsas vitórias, porque jogamos o jogo errado. Esquecemos o objetivo - atender as necessidades do cliente ou dos funcionários ou dos acionistas – e iniciamos, mesmo que inconscientemente, uma batalha pelo apego às ideias que realmente um dia foram valiosas?
O que nos distancia da verdade, não são as mentiras, mas as nossas convicções.
Quantas vezes acreditamos ser mais fácil fazer ajustes e adaptações aos processos atuais, reclamar da falta de entendimento do outro, dar respostas simples e rápidas aos grandes problemas ao invés de identificar realmente o quadro todo e perseguir objetivos reais, significativos e vitais? Quantas vezes fomos cruéis em criticar o novo ou o diferente e corremos na defesa de paradigmas conhecidos ao invés de parar para verificar a viabilidade de um novo ângulo de visão?
Cuidado! O sucesso passado costuma ser o maior inimigo do sucesso futuro.
Há um texto sobre a Sabedoria do Desapego, onde Krishna comenta que tanto é bom agir como é bom abster-se, porque aquele que nada deseja e nada recusa, inatingido pelos opostos, não é afetado nem por esperança nem por medo e assim chega à meta. Sábio é aquele que pela força da verdade renuncia a si mesmo, fica a serviço de todos e realiza todas as ações sem ser escravizado por nenhuma delas.
Somente somos capazes de grandes feitos quando, iluminados pela determinação, superamos nosso ego e conseguimos distinguir o momento de sacrificar conceitos do momento em que vale manter o modelo anterior porque ainda é mesmo melhor.
Não é a espécie mais forte que sobrevive, nem a mais inteligente, mas aquela que melhor corresponde às mudanças. (Charles Darwin)
Sandra Boteguim é Diretora Gerente Sênior da área de Produtos Pessoa Jurídica do Banco Itaú, área que também é responsável pelos especialistas e consultores dedicados ao Projeto Extreme Makeover Tecnológico e Financeiro 4.
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Ana Cristina Dib é formada em jornalismo e tem pós-graduação em economia. Escreve para o site e para a revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios
Um grande abraço a todos,
Cristina cara.